Na prática

Na carta Convergência pelo Brasil, os Ministros da Fazenda e Presidentes do Banco Central destacam como a transição para uma economia de baixo carbono pode contribuir para a retomada da economia. Trata-se de uma oportunidade para nosso desenvolvimento. Conheça a seguir quem já está construindo caminhos para esta transição.

carbon disclosure project

O CDP reúne grandes fundos de investimento e orienta empresas de capital aberto no Brasil e no mundo a medir, divulgar e reduzir suas emissões. O CDP hoje trabalha com mais de 8 mil empresas e 950 cidades, estados, e regiões e realiza, anualmente, questionários para dar transparência à informações sobre riscos relacionados à mudança climática, segurança hídrica e desmatamento.

Climate Ventures

A Climate Ventures promove economia regenerativa e de baixo carbono no Brasil conectando inovação, empreendedorismo e soluções para os desafios impostos pela mudança do clima. Apoia negócios de impacto climático, desde o impulsionamento inicial até conexões com o mercado e investidores. Desde 2018, reuniu um pipeline de mais de 600 empreendimentos climáticos (ECs) com potencial para escalar e entregar soluções disruptivas para a descarbonização de setores estratégicos.

DIEESE

O DIEESE desenvolve estudos que ampliam a compreensão sobre potenciais e desafios para o trabalhador no século XXI. Contribui para o desenvolvimento dos empregos verdes, uma transição justa e do desenvolvimento de setores da economia de baixo carbono, como energia renovável, agricultura sustentável, construção civil eficiente, saúde e educação. Também oferece um curso de extensão para dirigentes sindicais sobre Trabalho e Meio Ambiente na Escola DIEESE de Ciências do Trabalho.

Instituto Clima e Sociedade (iCS)

Instituto Clima e Sociedade (iCS) elabora planos para solucionar a crise climáticas a partir de uma lente social. Por isso, prioriza medidas que, além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), também contribuem para a qualidade de vida das pessoas, em especial para as mais vulneráveis.​

Idesam

O Idesam atua há 15 anos no desenvolvimento sustentável da Amazônia. Fomenta cadeias produtivas sustentáveis como as da pecuária sustentável, açaí, cacau e café agroflorestal. Compatibiliza a produção sustentável com o desenvolvimento social e econômico, com base na biodiversidade e potencial da floresta em pé. Coordena o Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio) que alavanca recursos privados para P&D e contribui para o empreendedorismo de impacto na Amazônia brasileira por meio da plataforma Parceiros Pela Amazônia (PPA).

Inesc

O Inesc atua com temas centrais do debate sobre mudanças relacionadas ao desenvolvimento. Realiza o monitoramento das políticas ambientais e socioais, realiza análises sobre o orçamento público e publica anualmente o balanço dos subsídios públicos ao setor de combustíveis fósseis no Brasil.

Instituto O Mundo Que Queremos

Instituto O Mundo Que Queremos é uma organização sem fins lucrativos que cria e executa projetos inovadores para promover a mudança socioambiental. Entre os projetos estão a feira de negócios Conexão Pelo Clima, o prêmio Melhores ONGs, a campanha Seja Legal com a Amazônia e o canal O Clima que Queremos.​

Pulso Público

A Pulso Público realiza o acompanhamento sistemático de iniciativas legislativas e medidas do Executivo em temas caros à agenda socioambiental, possibilitando às organizações da sociedade civil atuar perante os(as) formuladores(as) de decisão e políticas públicas com agilidade, qualidade e ampliando a participação social nos órgãos democráticos.

SITAWI Finanças do Bem

A SITAWI trabalha no desenvolvimento de soluções financeiras para impacto social, como a criação ou conversão de veículos de investimentos de baixo carbono para redirecionamento dos fluxos de capital. Com a iniciativa “Investidores pelo Clima (IPC)”, uma coalizão de gestores de ativos brasileiros, contribui para ampliar as análises sobre os impactos e riscos associados à mudança do clima e com a descarbonização dos portfólios de investimento.

WTT Ventures

A WTT trabalha desde 2013 acelerando o desenvolvimento e a disseminação de tecnologias que geram impacto econômico, social e ambiental positivo. O programa “Desafios de Impacto” ajuda a identificar e disseminar soluções já existentes para problemas sociais específicos. Algumas de suas contribuições, são: um equipamento elétrico que acelera a colheita do algodão na agricultura familiar e uma solução de bombeamento solar de água para sistemas de abastecimento rurais desconectados de rede elétrica.

Wylinka

A Wylinka atua com base no potencial da ciência, tecnologia e inovação para a transformação social e econômica do Brasil. Mapeia o conhecimento acadêmico tecnológico disponível de forma a dar luz às capacidades e aos desafios para que esse potencial seja utilizado na construção de uma agenda de desenvolvimento científico e tecnológico voltada à mitigação da mudança do clima.