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Justiça alemã diz que governo não pode jogar custo climático para jovens e deve criar plano até 2022

Numa decisão história, a justiça da Alemanha afirmou que os custos para evitar as mudanças climáticas não podem ser jogados para as próximas gerações – e determinou que o governo alemão tem até o fim de 2022 para apresentar metas detalhadas para a redução das emissões a partir de 2031.   Anteriormente, a primeira-ministra alemã, Angela Merkel, tinha assumido o compromisso de cortar, até 2030, 55% das emissões tomando como ano-base 1990. E teria até 2050 para zerar as emissões. A lei, entretanto, não detalha como o objetivo seria alcançado a partir de 2031.   Segundo o entendimento da justiça, ao não criar um plano para chegar ao “carbono zero”, o governo alemão jogava o fardo para as gerações futuras, o que contraria a constituição do país.   As informações são da Folha de São Paulo. O texto completo pode ser lido aqui.

Somente 3% dos ecossistemas não foram afetados pelo homem. Leia em Convergência pelo Brasil.

Só 3% dos ecossistemas não foram afetados pelo homem

Somente 3% dos ecossistemas permanecem ecologicamente intocados pelo homem, ou seja, mantêm a fauna e flora originais, revelou um estudo recém divulgado no Frontiers in Forests and Global Change.   Esses fragmentos de vida selvagem estão nas florestas da Amazônia, do Congo, Sibéria no norte do Canadá e outras partes da África.   Estudos anteriores, feitos a partir de imagens de satélites, estimavam que de a área pouco afetada pelo homem girasse entre 20% e 40%. Cientistas responsáveis pelo novo estudo argumentam que florestas tropicais, áreas de savana e tundra que, do alto, parecem intocadas, na realidade perderam parte da fauna original.   O novo estudo combina mapas que mostram o dano do ser humano no meio ambiente com mapas que atestam o desaparecimento de animais de suas áreas nativas – ou estão em número insuficiente para manter o ecossistema saudável.   Os pesquisadores dizem que repovoar as áreas com

Banco Central inclui clima entre os riscos monitorados pelos bancos. Leia em Convergência pelo Brasil.

Clima é um risco a ser monitorado pelos bancos, diz BC

O Banco Central colocou em consulta pública uma proposta para que os bancos incluam questões climáticas, sociais e ambientais na lista de fatores a ser monitorados no gerenciamento de risco tradicional.   A proposta do Banco Central mostra que as questões ESG e meio ambiente são riscos para a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional.   A medida é o segundo passo da Agenda BC# de Sustentabilidade, divulgada no ano passado.   A consulta pública também quer ampliar a Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA), de 2014. A nova proposta inclui um “C”, de clima, ao final da sigla. Na prática, a medida propõe novas estruturas de governança para os bancos gerirem riscos sociais, ambientais e climáticos.   “O texto avança do que é hoje uma iniciativa de autorregulação para integração de risco social, ambiental e climático como parte da estrutura de gerenciamento integrado de riscos e de gerenciamento de capital”, disse,