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Somente 3% dos ecossistemas não foram afetados pelo homem. Leia em Convergência pelo Brasil.

Só 3% dos ecossistemas não foram afetados pelo homem

Somente 3% dos ecossistemas permanecem ecologicamente intocados pelo homem, ou seja, mantêm a fauna e flora originais, revelou um estudo recém divulgado no Frontiers in Forests and Global Change.   Esses fragmentos de vida selvagem estão nas florestas da Amazônia, do Congo, Sibéria no norte do Canadá e outras partes da África.   Estudos anteriores, feitos a partir de imagens de satélites, estimavam que de a área pouco afetada pelo homem girasse entre 20% e 40%. Cientistas responsáveis pelo novo estudo argumentam que florestas tropicais, áreas de savana e tundra que, do alto, parecem intocadas, na realidade perderam parte da fauna original.   O novo estudo combina mapas que mostram o dano do ser humano no meio ambiente com mapas que atestam o desaparecimento de animais de suas áreas nativas – ou estão em número insuficiente para manter o ecossistema saudável.   Os pesquisadores dizem que repovoar as áreas com

Banco Central inclui clima entre os riscos monitorados pelos bancos. Leia em Convergência pelo Brasil.

Clima é um risco a ser monitorado pelos bancos, diz BC

O Banco Central colocou em consulta pública uma proposta para que os bancos incluam questões climáticas, sociais e ambientais na lista de fatores a ser monitorados no gerenciamento de risco tradicional.   A proposta do Banco Central mostra que as questões ESG e meio ambiente são riscos para a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional.   A medida é o segundo passo da Agenda BC# de Sustentabilidade, divulgada no ano passado.   A consulta pública também quer ampliar a Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA), de 2014. A nova proposta inclui um “C”, de clima, ao final da sigla. Na prática, a medida propõe novas estruturas de governança para os bancos gerirem riscos sociais, ambientais e climáticos.   “O texto avança do que é hoje uma iniciativa de autorregulação para integração de risco social, ambiental e climático como parte da estrutura de gerenciamento integrado de riscos e de gerenciamento de capital”, disse,

Derrubada de florestas aumenta 12% em 2020. Saiba mais em Convergência pelo Brasil

Derrubada de florestas aumenta 12% em 2020

A derrubada de florestas tropicais em 2020 foi 12% maior do que em 2019, segundo relatório do World Resources Institute. A destruição corresponde a uma área do tamanho da Suíça.   O aumento no ritmo de derrubada de florestas ocorreu a despeito da recessão econômica provocada pela Covid-19.   Árvores de florestas tropicais têm papel fundamental na captura de carbono responsável pelo aquecimento global. Segundo o World Resources Institute, a derrubada de florestas no ano passado 2,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera. Isso corresponde a duas vezes a emissão de carros nos Estados Unidos.   O Brasil lidera o ranking de deflorestamento. A maior parte das árvores derrubadas estão na Amazônia. Houve aumento significativo no Pantanal. Os incêndios na região aumentaram o desmatamento 16 vezes na comparação com 2019.   As informações são do The New York Times. Leia texto completo aqui.