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Descubra quais setores são os maiores emissores de gases de efeito estufa no Brasil. Acesse o site da Convergência pelo Brasil.

De onde vêm as emissões de gases de efeito estufa no Brasil?

O Brasil é um dos países com a matriz energética mais limpa do mundo. Quase 85% da energia produzida no país vêm de fontes renováveis – ante 25% na média global.   Ao mesmo tempo, o Brasil é o sexto maior emissor de gases de efeito estufa.   Então, de onde vêm as emissões?   O Capital Reset publicou reportagem detalhando a origem das emissões no Brasil. Confira abaixo um resumo. O texto completo pode ser lido aqui.   Mudanças no uso da terra: 44%   A retirada de vegetação nativa (devastação de florestas) e exploração de recursos naturais respondem por quase metade das emissões do Brasil, segundo o Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases do Efeito Estufa (SEEG), do Observatório do Clima. Por ano são quase um bilhão de toneladas de gases lançados na atmosfera. O desmatamento e a degradação florestal geram decomposição de matéria orgânica

Segundo o J.P Morgan, políticas ESG estão pressionando o preço do petróleo. Leia em Convergência pelo Brasil.

ESG está provocando aumento do preço do petróleo, diz J.P Morgan

Segundo analistas do J.P Morgan, o barril de petróleo tipo brent pode chegar a 80 dólares até o fim do ano. Atualmente, é negociado na faixa dos 70 dólares. Desde o final de outubro de 2020, o preço dobrou.   De quem é a culpa por essa alta?   Para os analistas do banco americano, a alta é reflexo da recuperação da economia global e, também, das políticas de ESG.   Segundo eles, a pressão pela troca por energia limpa está “reduzindo a oferta de energia fóssil mais rápido do que a demanda consegue migrar para fontes renováveis”.   Como os investimentos no setor estão baixos, a produção não dá conta da demanda. E aí opera a velha lei da oferta e da demanda.   As informações são do Brazil Journal.

Estudo de gestora aponta que aumento no preço do carbono pode derrubar ações globais em até 20%

Um aumento na taxação de carbono poderia derrubar o mercado global de ações em até 20%. A análise é da gestora de ativos britânica Kempen Capital Management.   Entretanto, a gestora diz que o aumento dos preços de carbono poderia representar uma oportunidade de valorização de ações de empresas.   “Há um forte potencial de alta”, afirma Nikesh Patel, chefe de estratégia de investimento da Kempen. “Por exemplo, se houver um imposto de carbono mais alto, esse dinheiro precisará ser gasto, por exemplo, em infraestrutura verde e energia limpa”, diz.   Segundo a Kempen, quanto maior a demora no aumento dos preços de carbono, mais agressiva será a regulação para reduzir as emissões – e isso afetará de forma mais forte o preço dos ativos.   A queda de 20% ocorreria num cenário de aumento do preço de carbono em US$ 75 por tonelada.   Atualmente, o preço do carbono