nOTÍCIAS E ATUALIDADES

Citi define metas de redução de emissões e se compromete na transição do Net Zero

O Citi, uma das maiores empresas do ramo de serviços financeiros do mundo, anunciou nesta quinta-feira (20.01) a definição de metas de redução de emissões para setores-chave e se comprometeu a trabalhar com clientes na transição do Net Zero.   As metas foram publicadas no relatório anual da Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD) do Citi, juntamente com detalhes que descrevem o progresso da empresa na incorporação de riscos climáticos e identificação de oportunidades em sua estratégia de negócios e esforços de divulgação.   O Citi se comprometeu a atingir uma redução absoluta de emissões de 29% em seu portfólio de energia e uma redução de 63% na intensidade de emissões nos setores de energia não renováveis. As reduções de emissões financiadas nos setores de energia fazem parte do plano do banco para atingir sua meta de financiamento líquido zero de gases de efeito estufa (GEE) em 2050.

Empresas brasileiras disparam na emissão de ‘Green Bonds’

Empresas brasileiras quase triplicaram a emissão de ‘green bonds’, títulos de dívida que levam em conta aspectos ligados à sustentabilidade na precificação, de 2020 para 2021. Levantamento aponta que a modalidade movimentou mais de R$ 84 bilhões somente no último ano.   Conforme a SITAWI Finanças do Bem, a maior certificadora de green bonds do Brasil, com um participação de mais de 50%, em 2021 foram realizadas 107 emissões desses títulos, movimentando R$ 84 bilhões, ou um aumento de 280% em relação a 2020, quando esse mercado movimentou aproximadamente R$ 30 bilhões.   O levantamento mostra que a curva é ascendente, uma vez que em 2019, o Brasil havia emitido R$ 7 bi em green bonds e em 2018, apenas R$ 750 milhões.   Segundo Gustavo Pimentel, diretor executivo da SITAWI, a maior parte das emissões foi feita no Brasil (78%), contudo, em volume financeiro, as emissões internacionais representaram mais

Aumento da demanda coloca os sistemas de energia sob pressão em todo o mundo

O rápido aumento da demanda em 2021 está empurrando os preços de energia e as emissões para níveis recordes, com sérias implicações para consumidores, economias e transições energéticas limpas. É o que diz o Relatório do Mercado de Eletricidade de janeiro de 2022, produzido pela Agência Internacional de Energia (IEA).   Segundo o estudo, o ano passado foi desafiador para os mercados de eletricidade em todo o mundo. “O forte crescimento econômico, combinado com invernos mais frios e verões mais quentes, aumentou a demanda global de eletricidade em mais de 6% – o maior aumento desde a recuperação da crise financeira em 2010. A rápida recuperação da demanda global de energia pressionou as cadeias de fornecimento de carvão e gás natural, elevando os preços da eletricidade no atacado. Apesar do impressionante crescimento da energia renovável, a geração de eletricidade a partir de carvão e gás atingiu níveis recordes”, explica o