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Empresas atrelam bônus de executivos ao cumprimento de metas de sustentabilidade

Cada vez mais as empresas estão atrelando bônus pagos a altos executivos a metas de sustentabilidade. A mudança segue pressão de investidores e conselhos de administração.   Pesquisa da Willis Towers Watson com 168 empresas dos Estados Unidos mostrou que 65% delas planejam atrelar metas ligadas à agenda ESG (sigla em inglês para meio ambiente, social e governança) à remuneração em 2021.   A reportagem completa, publicada pelo Valor, pode ser lida aqui.

Mudança climática está aumentando insegurança alimentar. Saiba mais em Convergência pelo Brasil

Mudança climática está aumentando insegurança alimentar

Um relatório recém divulgado pela ONU mostra que o aumento da frequência e intensidade de incêndios, secas e inundações, resultantes das mudanças climáticas, está aumentando a insegurança alimentar.   O texto diz que a frequência anual de desastres é três vezes maior do que nos anos 1970 e 80.   Agricultores de países pobres e em desenvolvimento são os mais afetados. Entre 2008 e 2018, a agricultura desses países perdeu US$ 108 bilhões em danos ou perda da safra e da criação de animais.   A Ásia foi a região mais afetada, com perdas de US 49 bilhões, seguida da África (US$ 30 bi) e América Latina e Caribe (US$ 29 bi).   O relatório da ONU avaliou pela primeira vez o impacto dessa perda em termos nutricionais: 6,9 trilhões de quilocalorias destruídas por ano, quantidade necessária para alimentar 7 milhões de adultos por ano. Ou seja, um impacto direto

Startup britânica cria proteína ‘sustentável’ para competir com soja

Uma startup do Reino Unido, que criou uma forma de transformar dióxido de carbono em proteínas para consumo animal em fazendas, levantou sete milhões de euros em financiamento para o seu negócio.   O objetivo declarado da Deep Branch é aproveitar o aumento das preocupações de produtores e consumidores com as mudanças climáticas e competir contra a soja plantada em áreas florestais, como a Amazônia.   Cada vez mais, a soja está sendo associada ao desmatamento.   A tecnologia da Deep Branch funciona da seguinte forma: carbono e hidrogênio são consumidos por microrganismos num processo de fermentação parecido com o usado na fabricação de bebidas alcoólicas. Só que, em vez de álcool, o resultante é uma proteína que pode ser seca e convertida em pelotas para alimentar animais.   As informações são do The Guardian. O texto completo pode ser acessado aqui.