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Emissões de carbono caem 6% em2020. Leia mais em Convergência pelo Brasil

Com metas atuais, emissões de carbono cairão apenas 40% até 2050

A Agência Internacional de Energia (AIE) incitou os líderes que vão participar da COP26 a apresentar planos mais concretos para reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa. Segundo análises da organização, mesmo que os países consigam cumprir seus planos atuais, vão conseguir reduzir 40% da meta líquida de zero até 2050.   Em seu relatório mais recente, o World Energy Outlook  2021, a AIE disponibiliza uma uma espécie de guia que lista oportunidades, benefícios e riscos futuros neste momento vital para transição para a economia de zero carbono. O WEO é a fonte de análise e projeções mais importante do mundo da energia e tem aparecido todos os anos desde 1998.    A organização ressaltou a enorme diferença entre os planos atuais e a mudança necessária para atingir a meta líquida zero e recomendou que sejam feitos investimentos significativos na próxima década. O diretor executivo da AIE, Fatih

Capacidade de abastecimento de casas por energia solar aumenta 2.000% no Brasil

Apesar de o Brasil ainda ser muito dependente de hidrelétricas —  cerca de 85% de nossa energia vem delas —, o Brasil é um dos países com uma das matrizes energéticas renováveis mais abundantes de todo o mundo. Um dos maiores crescimentos está na instalação de painéis solares: alta de 2.000% em três anos. No mesmo período, o número de usinas solares também aumentou 200%.   Segundo dados apresentados pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Paulo César Domingues, hoje o Brasil já tem 10 gigawatts de capacidade instalada, o que equivale a cerca de 70% da energia que pode ser gerada em Itaipu.   Ainda de acordo com as informações do MME, pelo menos 48% da nossa energia já vem de fontes renováveis, enquanto a média mundial fica perto dos 14%. A fonte eólica é outra que vem crescendo nos últimos anos

Brasil joga riqueza ‘no lixo’ ao reciclar apenas 3% do lixo eletrônico

O Brasil recicla menos de 3% do lixo eletrônico produzido aqui. É o que mostra a pesquisa “Resíduos eletrônicos no Brasil – 2021”, conduzida pela Radar Pesquisas a pedido da Green Eletron, divulgada nesta quinta-feira (dia 7).   O estudo revelou que o Brasil ainda precisa caminhar muito para conscientizar consumidor e empresas sobre o assunto. Os pesquisadores ouviram mais de 2 mil pessoas, de 18 a 65 anos, das classes A, B e C, em 13 estados, das cinco regiões do país, e chegaram a algumas conclusões preocupantes. A primeira é que a maior parte dos brasileiros ainda não sabem bem o que é lixo eletrônico e muito menos como descartá-lo corretamente.    Quando perguntados sobre o assunto, 42% dos entrevistados relacionaram o conceito aos aparelhos quebrados, como celulares, fones de ouvido, tablets, televisores e até geladeiras. Mais de um terço das pessoas ouvidas afirmaram que descartar corretamente esse