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Em entrevista ao Valor Econômico, o secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles, signatário da Convergência pelo Brasil, disse que a imagem de país destruidor do meio ambiente está prejudicando o diálogo com investidores estrangeiros

Henrique Meirelles diz que imagem de país destruidor do meio ambiente atrapalha diálogo com investidores

Em entrevista ao Valor Econômico, o secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles, signatário da Convergência pelo Brasil, disse que a imagem de país destruidor do meio ambiente prejudica o diálogo com investidores estrangeiros. “Com o meio ambiente, não há dúvida de que existe preocupação entre os investidores institucionais.” Segundo o ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central, o governo de São Paulo está se recuperando da Mata Atlântica, como uma forma de blindar o estado das críticas sofridas pelo governo federal na questão ambiental. “De 2019 até o fim de 2020, a cobertura verde da Mata Atlântica tinha aumentado 5%. Isso é atestado por organismos internacionais”, afirmou. Meirelles também disse que o governo estadual fez acordos com companhias na linha da emissão de carbono zero para investimentos novos em São Paulo. A entrevista completa pode ser lida aqui. 

Com risco de ter de acionar usinas termelétricas para evitar um apagão, fontes alternativas de energia são subaproveitadas. Leia em Convergência pelo Brasil

Sob risco de apagão, Brasil desperdiça potencial da biomassa para produzir energia

Num momento em que o Brasil corre o risco de acionar usinas termelétricas para evitar um apagão, fontes alternativas – e limpas – de energia são subaproveitadas.   Reportagem da Folha de S Paulo publicada no domingo (13) mostrou que o país deixa de aproveitar a biomassa (resíduos de cana-de-açúcar, restos de madeira, carcas de arroz, carvão vegetal, entre outras fontes) para produzir bioeletricidade e biodiesel.   Segundo a União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica), somente 15% do potencial de geração de bioeletricidade a partir da cana-de açúcar é aproveitado.   No ano passado, a geração de energia pelo setor correspondeu a 5% do gasto nacional de energia – algo em torno do consumo anual de 12 milhões de residências.   No caso do biogás, o país tem o maior potencial energético do mundo, segundo a Abiogás: 43,2 bilhões de Nm³ ao ano. Esse montante poderia suprir quase 40% da

Derrubada de florestas

Estudo mostra que derrubar florestas na Amazônia eleva a temperatura local em até 3º C e reduz chuvas

Derrubar florestas e instalar grandes áreas de plantio na Amazônia pode reduzir as chuvas e provocar aumento de temperaturas em até 3ºC nas áreas devastadas, revelou uma pesquisa publicada no periódico PNAS.   O estudo foi comandado pelo brasileiro Eduardo Eiji Maeda, da Universidade de Helsinki, na Finlândia. Junto com pesquisadores de outras universidades, ele acompanhou áreas devastadas de Rondônia e Mato Grosso entre 1990 e 2010, e comparou esses locais com regiões da Amazônia que não sofreram desmatamento excessivo.   “A floresta atua como uma bomba d’água, retirando o líquido da superfície da terra e jogando-o de volta para a atmosfera”, diz Maeda. “A água que retorna para a atmosfera muitas vezes volta para a floresta na forma de chuva. Quando a mata é removida, esse retorno é reduzido, e a energia não utilizada contribui para o aumento das temperaturas locais.”   As informações são da Folha de S.