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Economista do Partido Republicano defende mais impostos sobre emissão de poluentes. Leia mais em Convergência pelo Brasil

Economista do Partido Republicano defende aumento de impostos sobre emissão de poluentes

O economista Glenn Hubbard, consultor e planejador econômico do Partido Republicano, disse ser um defensor da criação de impostos sobre emissão de poluentes. Em entrevista ao Financial Times, o ex-diretor da escola de Administração de Empresas da Universidade Columbia, afirmou que sobretaxar setores com alta pegada de carbono é uma “grande ideia”.  “É uma das melhores maneiras de enfrentar a mudança do clima.”   Hubbard disse que o aumento de impostos a indústrias emissoras é mais eficaz para evitar o aquecimento do planeta do que subsídios para a “economia verde”, ou seja, para incentivar o desenvolvimento de indústrias sustentáveis. “Sou muito cético quanto a subsídios para projetos verdes”, afirmou. “Se você colocar um preço para o carbono, os empresários vão correr para inovar e operar de forma mais eficiente, e o imposto não precisa ser regressivo.”   O texto completo pode ser acessado aqui. 

A poluição do ar provocada por combustíveis fósseis custa US$ 2500 anuais em média para cada americano em tratamentos médicos.

Nos EUA, poluição do ar custa US$ 820 bi por ano em tratamentos médicos

Um estudo recém divulgado do Conselho Natural de Defesa dos Recursos (NRDC, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, mostrou que a poluição do ar provocada pela emissão de combustíveis fósseis custa US$ 2500 anuais em média para cada americano em tratamentos médicos decorrentes de doenças respiratórias. No total, os custos chegam a US$ 820 bilhões por ano.   Além dos prejuízos financeiros, o estudo mostrou que a poluição do ar mata prematuramente 107 mil pessoas por ano.   “A ciência é clara: os efeitos perigosos da mudança climática, e os altos custos para nossa saúde e nossos bolsos, vão aumentar a cada ano se não conseguirmos limpar o ar”, disse Vijay Limaye, do NDRC.   As informações são da Thomson Reuters Foundation News. O texto completo pode ser lido aqui.

Mercado de crédito de carbono pode atingir US$ 230 bilhões anuais. Leia mais em Convergência pelo Brasil

Mercado de crédito de carbono pode atingir US$ 250 bi anuais até 2030

O mercado de créditos de carbono está aquecido. No começo de maio, uma licença para emissões de uma tonelada de carbono chegou pela primeira vez ao patamar de 50 euros no Sistema Europeu de Emissões.   A compra e venda de créditos de carbono pode aumentar nos próximos meses com a retomada da economia global e com a adoção de metas mais ambiciosas por parte dos países, além de compromissos para a neutralidade de carbono até 2050.   Mercado de carbono foi criado para compensar emissões de gases que provocam efeito estufa. Funciona da seguinte forma: uma empresa que tem emissões líquidas negativas obtém créditos e pode revendê-los para uma indústria emissora. Por exemplo, uma fabricante de celulose, que depende do plantio de árvores, pode vender os créditos para uma transportadora de carga, que depende do transporte de veículos que consomem combustíveis fósseis.   Segundo estudo da Universidade de Maryland,